Notícias interessantes para aposentados e pensionistas do INSS

Não é só criança. Você também fica bravo quando está roxo de fome e nada do prato chegar no restaurante. Já reclamou e não adiantou? Saiba que tem todo o direito de ir embora se o seu pedido demorar demais para chegar.

Você só é responsável por pagar o que consumiu. Se o prato ainda não veio, mesmo depois de questionar o garçom, você pode ir embora sem pagar, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Se o pedido está lento, é de bom tom perguntar para o garçom quanto tempo ainda vai demorar, como orienta o advogado do Idec Igor Marchetti. Se a preparação de um prato específico for mais lenta, o atendente precisa avisar antes.

Só vá embora sem pagar se o prato demorar mais do que o prometido e, é claro, se optar por não consumi-lo. “Explique com calma, sem brigar, que você foi mal informado sobre o tempo de espera e que a prestação do serviço não foi cumprida, por isso está indo embora”, orienta o advogado.

 

Outras práticas abusivas

Essa é uma entre várias práticas abusivas comuns em restaurantes. Os estabelecimentos não podem, por exemplo, se negar a dividir um prato entre duas pessoas, nem cobrar taxa por desperdício.

“Nesse caso, o restaurante pode adotar alguma política de incentivo para quem não desperdiçar, mas não cobrar por algo que o consumidor já pagou”, explica o advogado do Idec.

Se a comida vier com cabelo, bicho, sabor ou cheiro estranho, o consumidor pode exigir um novo prato ou se recusar a pagar, não importa a quantidade já consumida. Nesse caso, além de reclamar no estabelecimento ou nas redes sociais, é importante formalizar a denúncia no órgão de vigilância sanitária do município.

Em pizzarias, depois que o Procon vetou a cobrança de pizza de dois sabores com preço da mais cara, o Idec passou a recomendar que os consumidores exijam a cobrança proporcional do valor. No entanto, cada estabelecimento é livre para determinar o seu preço.

 

Fonte: Exame

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Segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação), o gasto médio mensal com um cachorro é de R$231 e com um gato R$189. Isso sem contar as despesas inesperadas. Um valor alto, certo?

Listamos algumas dicas e sacadas simples que vão te ajudar na economia do seu pet:

Se você ainda não tem um pet

Um gato sai mais em conta do que um cachorro e dá menos trabalho. Se você fica fora o dia todo, por exemplo, tem mais um motivo para preferir um felino. Já pensou nisso?
Se quiser um cachorro, pense na possibilidade de adotar. Primeiro porque, no Brasil, temos mais de 30 milhões de animais abandonados. Além disso, comprar um cachorrinho é bem caro. Algumas ONGs organizam feiras de adoção e “divulgam” seus pets através das redes sociais. Fique de olho!
Lembre-se que, ao comprar ou adotar, você terá algumas despesas iniciais que podem te desestabilizar. Entre elas: vacinas (se ele ainda não tomou todas), comida, uma coleira, potinhos de comida… Então, antes de tomar essa decisão, faça contas, junte dinheiro e esteja preparado. Segundo o Instituto Pet Brasil, os gastos iniciais com seu pet variam entre 500 e 1.000, dependendo do tamanho do animal.
Se você já tem um animalzinho e precisa economizar

Reduza os banhos no pet

Uma vez ou outra é bom levar seu cachorro para tomar banho no pet. “Lá eles cortam as unhas dos animais, escovam os dentes e fazem a tosa, se necessário”, explica Renata Becaccha, veterinária. Mas você não precisa levar seu cachorro para tomar banho toda semana. Aproveite um dia mais tranquilo e dê banho no seu pet em casa mesmo. Compre um shampoo específico para pet e lembre-se de secar muito bem o pelo e orelhas do seu animal. Para ajudar, duas dicas: proteja o ouvido do seu cachorro com algodão e tenha em mãos um bom secador de cabelo. Com esse hábito você economiza, em média, R$100 por mês.

Pare e pense na comida

Dar ração para seu pet é prático, mas pode sair caro. Por outro lado, você não pode sair comprando a ração mais barata, sem perguntar ao veterinário se deve ou não optar por uma marca qualquer. “Muitas rações tem muita gordura, por exemplo, e podem fazer mal para o pet”, explica Renata Por isso, ao tentar economizar com comida, converse com um profissional. Uma boa opção é substituir a ração (que custa, em média, R$100) por comida caseira. Arroz, carne magra, frango, cenoura são boas opções para seu pet. Mas lembre-se: nada de temperar a comida deles como se fosse a sua. Sal, cebola e outros temperos devem passar longe da dieta do seu companheiro. Ou seja, não é só pegar a comida do dia a dia e servir para seu animalzinho.

Lembre-se que seu pet pode ficar doente

O maior perrengue que pessoas costumam passar com seu pet é quando ele fica doente. Diferente de nós, os pets não costumam ter convênio e gastos com exames, cirurgias e veterinários dificilmente estão no radar de seus donos. Por isso, o ideal é que os animais, desde filhotes, tenham uma poupança. Se tudo der certo seu animalzinho terá problemas bem mais tarde – a partir dos 7 ou 8 anos – e, até lá dá para juntar um bom dinheiro. Que tal R$50 ou R$60 por mês?

Fuja das tentações

Você sabia que o mercado pet movimenta R$17 bilhões por ano? E não estamos falando apenas de cuidados essenciais, claro. Quem nunca teve vontade ou comprou uma cama estilosa, roupinhas e brinquedos caríssimos para alegrar a vida de seu pet? Pois é. Mas esses gastos, fora de controle, são como os supérfluos que atrapalham nossas finanças. Ou seja, devemos passar longe. A cama do seu pet pode ser feita com, por exemplo, um lençol antigo e a roupinha precisa ser quente (no inverno) e não toda estilosa (as mais modernas e diferentes costumam ser as mais caras!). Por fim, seu cachorrinho se diverte com brinquedos e se distrai quando você não está em casa. Isso é verdade! Mas uma bolinha (o brinquedo preferido da maioria deles) custa R$5. Então, será mesmo que você precisa comprar aqueles brinquedos caríssimos que, no geral, ficam apenas acumulando poeira? E lembre-se: seu pet não mede seu amor com compras caras e sim com carinho e atenção.

Pesquise antes de comprar

Na hora de fazer as compras de seu pet, encare a tarefa como se estivesse indo ao supermercado. Ou seja, será que o pet shop do bairro não é bem mais caro que grandes centros especiais que vendem produtos para seu pet? Faça uma pesquisa e veja o quanto você pode economizar ao reservar 1 hora do seu fim de semana para comprar, por exemplo, a ração do mês todo em um grande mercado pet. Além disso, nesses locais você encontra mais opções, marcas e tamanhos diferentes para sua pesquisa. Muitas dessas lojas ainda tem cartão de fidelidade: quanto mais você compra, mais descontos você tem. Você pode ficar impressionado com a variação de preço de um simples shampoo ou coleira. Então, tenha paciência, pesquise, faça contas e encare as despesas de seu bichinho de estimação da mesma maneira que encara as suas: com controle e planejamento.

 

Fonte: Meu bolso feliz

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu que as operadoras de planos de saúde poderão reajustar os valores dos contratos individuais e familiares em até 13,55%.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU), deve encarecer as faturas de até 8,2 milhões de usuários desses tipos de plano. No entanto, as operadoras só podem aplicar o reajuste a partir do aniversário dos contratos, que é o mês em que cada um deles foi firmado com os clientes.

O órgão regulador pede aos usuários de planos de saúde que fiquem atentos aos seus boletos de pagamento para observar se o porcentual de reajuste aplicado é igual ou menor que o permitido pela ANS.

Além disso, explica que a primeira fatura reajustada pode incluir uma cobrança retroativa se houver defasagem entre o aniversário do contrato e o mês de aplicação do aumento do valor.

Ou seja, se o mês de aniversário do contrato é maio, a mensalidade de junho será acrescida do valor referente à cobrança retroativa.

O reajuste autorizado pela ANS é mais que três vezes superior à inflação oficial. Em abril, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses teve alta de 4,08%. A disparidade entre os aumentos gera críticas à metodologia adotada pela ANS.

“A agência regulamenta apenas os planos individuais e familiares, mas leva em conta para o reajuste os aumentos anuais (que as operadoras aplicam) nos planos coletivos por adesão, que são sempre muito superiores”, afirma a advogada Estela Tolezani. Ela é sócia do escritório Vilhena Silva, especializado em direito à saúde.

Segundo Tolezani, o número de ações movidas pelo escritório para reaver o dinheiro de clientes que consideraram os reajustes de seus planos de saúde abusivos mais que dobrou no ano passado.

“O reajuste é elevado, mas a pessoa não fica mais segura. Só gasta mais. E ainda sofre com descredenciamento de hospitais, além de medicamentos e procedimentos que não são cobertos”, diz a advogada.

As operadoras de planos de saúde, por sua vez, alegam que a ‘inflação médica’ é maior que a inflação e defendem aumentos ainda maiores.

“Os reajustes autorizados pela ANS deveriam, ao menos, representar a realidade da variação dos custos médico-hospitalares apurada por estudo do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) que, no último ano, ficou em torno de 20%”, afirma em nota a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge).

Para a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), outro órgão representativo das operadoras privadas, a situação é prejudicial “tanto para consumidores, que pagam mais caro (…) para terem acesso a assistência privada à saúde, quanto para as empresas de planos de saúde, que são obrigadas a custearem a escalada de custo do serviço”.

A advogada Estela Tolezani, no entanto, aponta que o reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar incide sobre uma minoria de todos contratos firmados pelas operadoras privadas.

Segundo a própria ANS, os planos individuais e familiares correspondem a 17,2% do total de 47,5 milhões de consumidores de planos de assistência médica privada no Brasil.

“As empresas não comercializam mais os planos individuais, e, sim, os coletivos, pois querem aumentos mais elevados.”

Ela explica que, quando as operadoras reajustam os valores de planos coletivos por adesão, levam em conta não só o teto estipulado pela ANS e a mudança de faixa etária, mas, também, um aumento conhecido como sinistralidade.

Este fator é calculado a partir de uma medição do uso efetivo que os grupos cobertos pelo plano fazem dos produtos em comparação à cota que pagam às operadoras.

“Para ter um controle mais correto, a ANS tinha que usar como parâmetros a média de todo mundo que usou serviços médicos e hospitalares com planos individuais”, afirma a sócia do escritório Vilhena Silva.

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Foi aprovada pelo Senado a medida provisória (MP) que permite o saque dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Como não sofreu alteração durante a análise, a MP foi trazida a público pelo presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira. A medida tem como intuito beneficiar trabalhadores que se demitiram até 31 de dezembro de 2015 ou que não tenham conseguido sacar os recursos em casos de demissão por justa causa.

Vale lembrar que a medida abrangente ao FGTS é resultado da MP 763/2016, que foi editada no final do ano passado pelo presidente Michel Temer, quando passou a valer. Entretanto, precisava da aprovação do Congresso até o primeiro dia de junho para não perder a validade.


Promulgação

Com a promulgação da lei, os saques para aqueles que nasceram entre setembro e dezembro também estão assegurados. Já o saque para os nascidos em setembro e outubro será liberado a partir do dia 16 de junho e para quem nasceu em dezembro após 14 de julho.
Segundo um balanço divulgado pela Caixa Econômica Federal, já foram pagos R$ 24,4 bilhões das contas inativas no acumulado das três etapas de pagamento liberadas entre 10 de março e 16 de maio. Com isso, aproximadamente 16 milhões de trabalhadores nascidos entre janeiro e agosto foram beneficiados, havendo ainda outras 15 milhões de pessoas em todo o Brasil com direito ao saque.

O relator na comissão mista, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), apontou a importância de o Senado aprovar a continuidade dos saques, que, segundo ele, já beneficiou mais de 15 milhões de trabalhadores e deve injetar até o final do calendário de saques , mais de R$ 40 bilhões na economia.
“O dinheiro do saldo do FGTS dos trabalhadores já movimentou o mercado varejista, gerando muitos milhares de empregos”, disse o senador.


É importante lembrar que até o momento o valor pago equivale a 84,3% do total previsto para as etapas, que é de R$ 29 bilhões. Desse modo, o Poder Executivo pretende esvaziar o apelo de ações na Justiça que disputam a correção da conta vinculada de cada trabalhador pelo índice da poupança, que paga 6% ao ano.
Para verificar se há conta inativa e o saldo do FGTS, o trabalhador pode acessar o site da Caixa ou entrar em contato pelos telefones 0800 726 2017 e 0800 726 0207.

 


Fonte: Economia - iG

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Moradores da cidade de Santo André e região contam agora com o atendimento personalizado da Presença aos Aposentados e Servidores Públicos do INSS.

Aproveitem a oportunidde para Aposentados e pensionistas do INSS, onde o teto de juros do consignado foi reduzido de 32% para 28,9% ao ano, caindo de 2,34% para 2,14% ao mês.

O crédito consignado é uma das modalidades de menor custo do mercado, e a redução do teto de juros nessas operações permitirá a migração de dívidas mais caras, como as do cartão de crédito, para modalidades mais baratas, como o próprio consignado. Dessa forma, a medida pode ter efeito direto no redução do endividamento das famílias e empresas.

Venha conhecer nossa loja e aproveite para tomar um café conosco!

Ecnomize seu tempo e aproveite a redução das taxas de juros para o consignado!

Estamos localizados na Rua Senador Flaquer (rua dos bancos), 625. Nossos telefones em Santo André são: 4040 4955 ou por Whatsapp 9 7512 0983

 

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