Notícias interessantes para aposentados e pensionistas do INSS

A Receita Federal liberou nesta segunda-feira (10) a consulta ao segundo lote de restituições do Imposto de Renda 2017. Também estão no lote restituições de 2008 a 2016 que haviam caído na malha fina e foram liberadas pela Receita.

Como checar?

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar o site da Receita ou ligar para o Receitafone, no número 146.

Quando é o pagamento?

As restituições de 1.347.761 contribuintes, que totalizam R$ 2,5 bilhões, devem ser pagas no dia 17 deste mês. O dinheiro é depositado na conta bancária indicada pelo contribuinte ao fazer a declaração.

Segundo a Receita, terão prioridade idosos e pessoas com alguma deficiência física ou mental ou doença grave. O valor é corrigido pela Selic (taxa básica de juros), mas, após cair na conta, não recebe nenhuma atualização. A correção pela Selic vai de 2,74% (correspondente a 2017) a 97,06% (correspondente a 2008).

Não pagaram. E agora?

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento: 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

 

Fonte: UOL Economia

0
0
0
s2smodern

A Presença Promotora, especializada em Empréstimo Consignado para Aposentados e Pensionistas do INSS, acaba de inaugurar sua nova sede no coração de São Paulo. Localizada na Praça da República, conta com uma moderna central de atendimento com todo o projeto pensado para otimizar a experiência dos seus clientes na hora de obter um empréstimo consignado. A Presença, destaca-se pelo seu atendimento especializado e atencioso, além do credenciamento com os principais bancos do país, fornecendo as melhores opções, taxas e vantagens aos seus clientes.

Para a Diretoria da Presença, a nova sede reflete o momento de transformação vivido pela empresa com a missão de agregar valor a vida de cada cliente e a sociedade em geral. Além da nova sede, foi também recentemente inaugurada uma filial na cidade de Santo André e encontra-se em fase final outra em Mogi das Cruzes.

A Presença convida você, Aposentado ou Pensionista do INSS, a visitar nossa sede localizada na Praça da Republica, 468 Conjuntos 11 e 12 no 1º Andar. Tire suas dúvidas. Fale com nossos consultores!

Realize um dos mais vantajosos empréstimos do mercado com toda a segurança e confiança da Presença Promotora!

Veja neste vídeo como é fácil solicitar seu empréstimo consignado:

 

 

0
0
0
s2smodern

Não tem jeito: fazemos aniversário todo ano. E, a cada 365 dias, nos vemos frente a mesma pergunta: como celebrar desta vez? “Eu amo comemorar meu aniversário. Fico esperando o ano todo para fazer uma festa, adoro pensar em temas, atrações, chamar muita gente. O problema é que, nos últimos anos, com essa crise, o dinheiro ficou curto para fazer as festas de antigamente. Tive que ficar mais criativo”, diz o jornalista Fabricio Pellegrino. Agora, ele conta mais com a ajuda dos amigos para planejar os eventos e procura economizar em todos os detalhes, do bolo ao lugar escolhido. “Fazer em casa, sabendo planejar bem, sai bem mais barato. Até porque eu, particularmente, não gosto de convidar pessoas para lugares em que elas tenham que pagar”, diz.

A empresária Vera Menezes, por sua vez, não vê problema algum em chamar amigos para um bar com cada um pagando sua própria conta. “Procuro sempre lugares com comanda individual, assim cada um paga o seu. O importante é reunir as pessoas em um ambiente agradável”, resume ela. “O problema é que, como eu fico no lugar por muitas horas, a minha comanda acaba ficando salgada. É a desvantagem”, completa ela. Em casa, no bar ou mesmo ao ar livre, o importante ao organizar seu aniversário – ou o de outra pessoa – é planejar muito bem o evento e pesquisar preços. “A pessoa precisa ter bem claro o quanto pode gastar com a festa e não extrapolar esse valor. Assim, ao planejar o evento, a pergunta não deve ser ‘o que eu quero?’, mas sim ‘o que posso fazer gastando o que tenho?”, explica o educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli. Veja nossas dicas para conseguir unir o que você gosta com o orçamento que possui e economizar ao planejar uma festa de aniversário!

 

O que considerar ao organizar seu próprio aniversário

Antes de tudo: saiba o quanto pode gastar

Saber o quanto pode gastar envolve olhar sua conta bancária, gastos atuais, despesas futuras e, claro, sua renda. Levante já no que economizará no mês (ou nos próximos meses) para poder bancar a festa. “O ideal é pesquisar uma média de quanto gastará e economizar nos meses anteriores ao aniversário, juntando dinheiro para quando chegar o dia do evento”, aconselha Vignoli.

Liste coisas que você gosta e que gostaria de ter ou viver no dia

“Tem gente que quando pensa em aniversário imagina logo uma balada cheia de amigos. Já outros pensam em passar o dia numa trilha no meio do mato com a companheira. Decidindo o que gostaria para o dia, o planejamento fica mais fácil”, explica a party planner Marcia Anunziato. A ideia é que, fazendo o que tem vontade, a parte da diversão já está garantida. A partir daí é ver como e com o que pode economizar.

 

Pesquise!

Mesmo quando a ideia é simplesmente chamar os amigos para um bar, vale se dedicar um pouco para pesquisar o melhor lugar. Procure locais de fácil acesso e com cardápio barato, dessa forma você e seus convidados economizam no transporte e no consumo no bar. Cuide também para que o local ofereça comanda individual, que facilita na hora do pagamento, já que cada um só banca o que consumiu. E você, cuidado para não gastar demais! Se possível, coma antes de ir para o bar e maneire na bebida. Lembre-se que o aniversariante é o primeiro a chegar e o último a sair!

Vai fazer algo mais elaborado? Pois comece o planejamento o quanto antes. Em primeiro lugar, decida onde fará o evento, em qual data e quantas pessoas convidará. A partir daí, pode começar a listar o que precisará, se contratará algum serviço ou se fará tudo pessoalmente. Com as necessidades organizadas, mergulhe na pesquisa de preço – e comece tal pesquisa pelo menos dois meses antes. Dessa forma terá uma folga para achar os melhores valores e, sendo uma compra online, conseguir pedir e receber em tempo. Além disso, economizando meses antes pode juntar dinheiro para fazer alguns pagamentos à vista, pechinchando e pedindo desconto.

 

Peça ajuda aos amigos e familiares

Amigos e familiares podem ajudar com o local da festa, possíveis atrações e até mesmo fazendo o convite. Veja algumas perguntas que podem resultar em uma festa divertidíssima e barata:

Quem possui o salão de festas com o aluguel mais barato ou a casa maior, que melhor acomode os convidados?
Alguém possui aparelho de karaokê?
Alguém sabe fazer drinks diferentes?
Quem gosta de música e pode organizar uma playlist para a festa?
Alguém poderia fazer um convite no computador?
Nesta toada procure também amigos que são bons em economizar. “Todo mundo conhece alguém que adora pesquisar preço, sabe os jeitos mais fáceis de buscar coisas baratas e onde encontrar bons descontos. Peça a ajuda dessa pessoa para comprar artigos de decoração, pratos, copos, enfim”, sugere Marcia.

 

5 dicas para economizar ao organizar uma festa de aniversário

1 – Faça um piquenique

Caso seus amigos gostem de passar momentos ao ar livre, como você, que tal chamá-los para um piquenique numa praça ou parque perto da sua casa? Compre frutas da estação (mais baratas), leve café e chá, alguns sucos e sanduiches. Doces? Bolo e brigadeiro. Leve cadeiras de praia, toalhas (ou cangas) para colocar no chão.

2 – Opte pelo bom e velho churras

Uma ideia que costuma ser sucesso na certa é organizar um churrasco. Você pode pedir que, em vez de presentes, cada convidado leve alguma bebida e você fica responsável pela comida. Não come carne? Pois então organize uma “batatada”. Em vez de carne, coloque batatas na grelha e disponibilize diferentes tipos de recheios para cada um montar a sua própria baked potato.

3 – Considere o fator emocional

“No aniversário de 60 anos do meu marido eu queria fazer uma grande festa, mas a verba era curta. O que fiz foi uma festa simples no salão de festas, pedi pizza e fiz um bolo, nada demais. O toque especial foram os convidados, pois fui atrás de todos os amigos de infância e antigos colegas de trabalho do meu marido, que ele não via há anos. Foi muito especial”, lembra a dona de casa Maria Lucia Ferreira. Ou seja, às vezes um tema sensível ao aniversariante e seus amigos já é o suficiente para uma festa inesquecível.

4 – Que tal uma aula divertida?

Um jeito de tornar o aniversário mais divertido é contratar alguém para dar uma aula para você e seus convidados. Neste caso, funciona melhor para grupos menores, amigos mais íntimos. Quais gostos seus amigos e você têm em comum? Vinhos, cerveja, hip hop, sobrevivência na selva, culinária, maquiagem? Enfim, sendo criativo, certamente seu festa será divertidíssima!

5 – Transforme a noite em dia

Por que sua festa de aniversário tem que ser à noite? Há diversos locais que servem o famoso “brunch”, ou um café da manhã estendido. O encontro começa umas dez e pode ir até um pouco após o almoço. Neste caso, nos buffets, cada um paga o seu e ainda sobra tempo para os convidados aproveitarem o sábado ou domingo. E não há a desculpa de “ah, mas à noite assim é tarde para mim…”

 

Quando você está organizando o aniversário para alguém

Quando você está organizando o aniversário para alguém pode ser que fique mais fácil economizar. Isso porque você pode contar com a ajuda de amigos e familiares do aniversariante para contribuírem com a festa. Cuidado apenas com a empolgação! “Porque o orçamento total está sendo dividido com muita gente, as pessoas tendem a querer ficar adicionando itens ao evento, o que aumenta os gastos. Aí, no final, acaba ficando caro de qualquer jeito”, conta a party planner. Ou seja, neste caso também vale a máxima de ater-se ao valor máximo estipulado! Lembre-se que a ideia é economizar.

Para convidar amigos e familiares a ajudarem, pergunte primeiro com quanto cada um estaria disposto a contribuir. Ou então com o quê. Afinal, dependendo do evento, pode ser que cada convidado leve algo ou compre algo para a festa, não precisando dar dinheiro necessariamente. “Uma dica é pensar num valor inicial e sugerir aos participantes, mas de maneira privada. Criar grupos de WhatsApp com um monte de gente perguntando quanto cada um pode dar pode deixar algumas pessoas constrangidas”, aconselha Marcia. Assim, combine de antemão com cada um o valor ou então o que a pessoa estaria disposta a levar, perguntando se ela gostaria de ser colocada no grupo no qual a festa será o tema principal. Caso ela não queira entrar no grupo, mantenha-a atualizada com o essencial.

 

Fonte: Meu bolso feliz

0
0
0
s2smodern

Se você sofrer fraude, furto, roubo ou sequestro e alguém fizer compras indevidas com o seu cartão, o banco cobre o prejuízo? É melhor saber antes do que descobrir na hora do aperto.

Pelo Código de Defesa do Consumidor, o cliente não é obrigado a pagar quando não foi o autor da compra, porque, teoricamente, o estabelecimento que realizou a venda é obrigado a exigir documento de identidade para conferir quem é o portador do cartão.

Além disso, em qualquer situação em que houve compra indevida no seu nome por falta de segurança do cartão, o cliente não é obrigado a pagar pelo prejuízo.

Assim, se você sofreu fraude por uma compra na internet, perdeu o cartão ou sofreu um assalto e cancelou o cartão em seguida,o banco tem que estornar a compra, segundo Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Se aconteceu um saque sob coação dentro da agência, o banco é responsável pela segurança do cliente e também deve ressarci-lo.

Só há uma situação em que o banco não é obrigado a cobrir o prejuízo: se você informou a senha para alguém e foi obrigado a sacar ou comprar sob coação, em um sequestro relâmpago. Nesse caso, a instituição financeira não tem responsabilidade, porque o incidente não aconteceu por falta de segurança do cartão.

Em todas essas situações, é preciso fazer boletim de ocorrência e pedir o cancelamento do cartão para o banco imediatamente.

Como se proteger

É dever do banco garantir que o uso do cartão seja seguro, mas o portador do cartão também tem deveres. “É preciso seguir as orientações passadas pelo banco para evitar riscos, pois nem todas as ocorrências podem ser atribuídas a falhas de segurança do fornecedor do serviço”, explica Ione Amorim, do Idec.

Assim, evite realizar compras pela internet em redes de Wi-Fi abertas e em computadores sem antivírus. Nunca anote a senha do seu cartão e a deixe à vista na bolsa ou na carteira, nem passe os dados do seu cartão por telefone ao receber uma ligação.

Vale também ativar o serviço do banco que envia uma mensagem SMS a cada compra realizada e reduzir o limite de crédito do cartão para o mínimo necessário.

Seguro para cartão vale a pena?

O seguro para cartão é uma alternativa oferecida pelos bancos para cobrir prejuízos em caso de perda, furto, roubo ou saques e compras realizados sob coação. Algumas coberturas mais completas também incluem reembolso de tudo que o que houver dentro da bolsa além do cartão, até um determinado valor.

Como em qualquer outro seguro, se precisar usá-lo, o segurado precisa provar o que aconteceu antes de ser reembolsado pela seguradora parceira do banco, dentro de um prazo. Vale a pena contratar a cobertura?

As entidades de defesa do consumidor ouvidas, em geral, não aconselham, só em casos específicos. “Não faz sentido ter seguro se você já tem a proteção legal que obriga o banco a estornar a compra se você não foi o autor”, explica Gisele Rodrigues, especialista em seguros da associação de consumidores Proteste. Sem seguro, o banco já cobre o prejuízo decorrente de fraude, furto ou roubo, se você cancelar o cartão e pedir o estorno.

Só vale a pena contratar o seguro para cobrir a única situação em que o banco não estorna a compra: quando você informou a senha para alguém sob coação, em um sequestro relâmpago. Mas como dimensionar esse risco?

É preciso colocar na balança o custo do seguro versus o índice de sequestros da região onde você mora. Também é essencial ler com atenção todas as cláusulas do contrato, principalmente a região de cobertura e as exclusões. Questione qual é a burocracia envolvida no processo para acionar o seguro.

“Só faça o seguro se você souber exatamente o que está contratando. O banco vai fazer uma análise profunda antes de dar a cobertura, e nem sempre o parecer será favorável”, explica Ione Amorim, do Idec.

 

Fonte: Exame

0
0
0
s2smodern

Juntar dinheiro é uma tarefa difícil. Você precisa saber exatamente o quanto recebe, quanto gasta, fazer contas e sacrifícios para conseguir “salvar” parte do salário – muitas vezes abrindo mão de algumas regalias e diversões e, por fim, decidir o que fazer com essa quantia. E, muita gente, mesmo nos dias atuais, ainda guarda dinheiro dentro de casa. Por muito tempo, Nanci Salvador, aposentada, administrou e guardou o dinheiro sem intermédio de um banco ou corretora. “Eu não tinha o hábito de ir ao banco, não sei mexer com internet e não confio em ninguém. Por isso, recebia minha aposentadoria e o dinheiro que ganhava com a venda de bolos caseiros e deixava tudo dentro de uma carteira bem escondida no meu armário”, conta.

Mas, conversando com os filhos e netos, a aposentada decidiu parar com esse hábito. “Me convenceram a colocar o dinheiro no banco. Por enquanto está na poupança porque ainda acho que é o local mais seguro para deixar minhas economias protegidas”, conta.

Mas será que Nanci fez bem de tirar o dinheiro de casa ou deveria ter mantido suas economias na segurança do lar? A resposta é simples: ela fez muito bem. Deixar dinheiro em casa não é uma boa opção. “Em casa suas economias não vão render nada, ou seja, vão perder para a inflação e seu poder de compra vai cair e muito”, explica José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz. Abaixo, explicamos o que isso quer dizer e listamos mais algumas razões que provam que a prática é uma ideia ruim:

 

Motivo 1: seu dinheiro não rende e você perde para inflação

Talvez seja difícil para a maioria das pessoas entender como você acaba perdendo dinheiro se deixa a quantia parada em casa, mas é exatamente isso que acontece. A explicação é simples: ao deixar seu dinheiro parado você perde a chance de rentabilizá-lo.

Além de você não fazer seu dinheiro render, você não pode esquecer que a inflação existe. Por exemplo: se você tem R$ 100 todo mês para comprar um cesta básica e o preço da cesta básica aumenta 5% por conta da inflação e agora custa R$ 105 seria ideal que o seu dinheiro fosse corrigido ao menos em 10% para preservar o poder de compra. Certo? Atualmente, a poupança tem um rendimento perto de 8%, ou seja, maior do que o da inflação (que está perto de 5%, segundo dados do IBGE). Nesse caso, o rendimento da aplicação é baixo, mas existe. Agora imagine a comparação da inflação com o rendimento do seu cofre? Para entender melhor, imagine outro exemplo: no último ano (2016) você guardou 500,00 em casa.

No fim de um ano, seu dinheiro, em casa, não terá rendido nada e você ainda terá R$500. O problema é que, com a correção pela inflação vigente o valor seria de R$531,44, ou seja, o seu dinheiro valeria R$31,44 a menos. Por outro lado, se esse dinheiro estivesse guardado na poupança, ao final de um ano, você teria R$541,52. E vamos além: se esse dinheiro tivesse ficado em um bom fundo de renda fixa ou no Tesouro Selic você teria R$570,09.*

 

Motivo 2: é perigoso

Você tem certeza que nunca será assaltado? Sua casa é à prova de invasões e roubos, incêndio e chuvas? E essas são apenas algumas das questões que precisam ser levadas em consideração. Agora tente imaginar todos os riscos que você corre ao deixar seu dinheiro em casa. Com certeza as chances do banco quebrar ainda são muito menores do que do seu dinheiro sumir de casa. E mais: Mesmo se o banco falir, alguns tipos de investimento têm garantia sobre o crédito oferecida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade mantida pelos próprios bancos que protege os clientes e prevenir crises bancárias.

E lembre-se de mais alguns detalhes: talvez seu hábito de guardar dinheiro pode atrair pessoas mal-intencionadas. Infelizmente, as pessoas conversam e a informação de que você é avesso a bancos pode chegar aos ouvidos de quem é não deve. “E os riscos não param por ai. Desastres naturais como fogo e enchentes também podem levar seu dinheiro embora”, alerta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

 

Motivo 3: Você tem dificuldade de conseguir crédito e/ou financiamento

Você pode ter medo de deixar o dinheiro no banco porque, em caso de dívidas, ela pode ser debitada da sua conta. Acertamos? “A questão aqui é que nenhum dinheiro pode ser debitado de sua conta, a não ser que você tenha dado autorização”, alerta Marcela. Além disso, com um histórico positivo no banco, ou seja, com investimentos, contas em dia e uma boa movimentação, você teria mais chances de conseguir um crédito para conseguir quitar essa dívida, por exemplo.

E tem mais: se você resolveu comprar uma casa ou um carro e vai precisar financiar parte do valor. Será que, sem histórico de investimentos e movimentações, esse financiamento não fica mais difícil? “Guardando dinheiro no banco, se tem algum financiamento e um bom relacionamento com a instituição, fica mais fácil provar que você é um bom pagador”, explica Marcela.

 

Motivo 4: é muito mais difícil ter controle dos gastos

Se você guarda dinheiro em casa, provavelmente não tem cartão de débito, cartão de crédito e tem menos noção do quanto tem, do quanto gastou e do quanto precisa economizar. Além disso, é mais difícil ter controle do que você gasta. “Com dinheiro na mão você está mais sujeito a gastos não planejados e cair em tentação é sempre mais fácil”, explica Marcela. Por isso, o ideal é colocar o valor no banco e seguir nossas dicas de planejamento.

 

Motivo 5: a situação do Brasil, hoje em dia, é outra

Muita gente passou pelo trauma de ter seu dinheiro confiscado pelo Governo no início da década de 90 quando, durante o Plano Collor. Foram retirados das contas pessoais os depósitos e investimentos com mais de 50 mil cruzados novos (moeda brasileira na época) durante 18 meses com correções monetárias muito aquém da inflação. O plano, que foi um fracasso generalizado e levou o país a uma recessão severa, mudou o rumo de muitas famílias que tinham seu dinheiro guardado. “Mas o que é preciso entender é que, atualmente, a situação é completamente diferente e muito dificilmente algo desse tipo aconteceria de novo”, alerta Marcela. E um dos motivos é simples: a constituição mudou. Houve uma mudança na constituição que veda um novo confisco. A Emenda Constitucional nº32/2001, modificou o artigo 62 da Constituição Federal. Ela proíbe que o governo faça uma medida provisória “que vise a detenção ou sequestro de bens, de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro”. Além disso naquela época planos mirabolantes como este tinham mais espaço porque vivíamos uma inflação galopante, da ordem de 1000% ao ano. Planos como este dificilmente teriam espaço após a estabilização monetária em 1994.

 

E AGORA, O QUE EU FAÇO?

Se convenceu de que é uma boa ideia ter o dinheiro guardado no banco e não sabe por onde começar? Fique tranquilo. Procure um banco ou corretora, diga que quer fazer uma reserva financeira e avalie as opções que você tem. “O Tesouro Selic, por exemplo, é uma boa opção de investimento para quem precisa ter fácil acesso ao investimento”, aconselha Marcela. Outra boa opção, para quem não quer se arriscar de forma alguma, é começar aplicando o dinheiro na poupança. Agora, para saber tudo sobre investimento, acesse a matéria completa que fala sobre o tema.

 

GUARDE PARA EMERGÊNCIAS!

Ok, já demos algumas provas de que armazenar todo seu dinheiro em casa é uma má ideia, mas, por outro lado, guardar uma pequena quantia é uma boa sacada. “Se você precisa de um dinheiro rápido, para pequenas emergências como a compra de um remédio, por exemplo, é sempre bom ter um dinheiro na mão”, exemplifica Marcela.

 

Fonte: Meu bolso feliz

0
0
0
s2smodern

Fale conosco

4040 4400

Capitais e Regiões Metropolitanas

0800 771 3041

Demais regiões 

11 9 9659 7185

Whatsapp

Qualidade

Atendimento ao cliente:

11 9 8666 4209

Whatsapp

Correspondentes

logo bancos2

REDES SOCIAIS

logo fblogo youtubelogo twitter

 

 

consultecnpj3 

Copie e cole: 07223958000190

Aprovado pela Instrução Normativa RFB nº 1.634, de 06 de maio de 2016. Empresa em conformidade a RESOLUÇÃO Nº 3.954 do BANCO CENTRAL DO BRASIL. 

A Presença jamais solicita depósito em conta corrente, nem mesmo a antecipação de dinheiro em suas operações de crédito.