Notícias interessantes para aposentados e pensionistas do INSS

Diante da realidade traçada pela pesquisa TIC Domicílios, de que apenas 58% da população brasileira tem acesso à internet diariamente, a Serasa Experian ao lado dos Correios passou a disponibilizar ao consumidor que não tem acesso à web consultas ao “Serasa Você Consulta Pessoas”, “Serasa Você Consulta Empresas” e ao “Meu Serasa” nas agências de todo o País.

A finalidade é ofertar segurança nas relações comerciais dos consumidores brasileiros nas áreas onde a internet é limitada. Uma pesquisa do Serasa Consumidor concluiu que os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são as regiões que tem mais acesso a esses serviços, justamente pela conexão proporcionada.
“Estamos sempre avaliando formas de levar serviços que garantam maior conforto e segurança ao consumidor. Mesmo com o avanço da internet, ainda há uma parcela de aproximadamente 50% da população brasileira sem acesso ou com acesso restrito. Desta forma, um parceiro como os Correios, com grande capilaridade no Brasil, nos ajuda a levar os serviços da Serasa aos moradores de locais com restrição de acessos. Nosso objetivo é munir o consumidor com informações para que ele tome decisões cada vez mais conscientes e seguras, prevenindo golpes”, diz o diretor do Serasa Consumidor, Pedro Lopes.

Serasa Você Consulta Pessoas: valor da consulta nos Correios R$ 16.90
Esse serviço é recomendado para quem quer contratar um serviço ou um comerciante informal. O consumidor terá acesso a informações como dívidas em nome do CPF consultado, cheques sem fundos, protestos, participação em falências e ação judicial.


Serasa Você Consulta Empresas: valor da consulta nos Correios R$ 18,90
Voltado para o cliente interessado em contratar empresas, como, por exemplo, de buffets de festas, empreiteiras, etc. Na consulta, dados como dívidas vencidas, cheques sem fundos, protestos, falência, recuperação judicial, ações judiciais serão disponibilizados.


Meu Serasa: valor da consulta R$ 10
Esse serviço é recomendado ao consumidor que, antes de buscar crédito, quer verificar se há necessidade de regularizar o CPF e/ou Serasa Score, que é uma pontuação que varia de 0 a 1 mil, que indica a chance de determinado perfil de consumidores pagar as suas contas em dia.

 

Fonte: Economia - iG

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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a equipe econômica de Michel Temer estuda liberar o saque do saldo do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor – Pis/Pasep – aos idosos. A afirmação foi feita por Meirelles nesta quarta-feira (23) após sua participação no Congresso Aço Brasil, em Brasília.

Meirelles não informou quais seriam as regras para o saque do benefício do PIS/Pasep nem quando ele pode vir a ser liberado, o ministro disse apenas que isso está em discussão com o presidente da República. “Estamos estudando isso. É projeto já em andamento, em discussão com o presidente. Vamos anunciar isso quando estiver de fato tudo aprovado”.
Pela regra atual, podem sacar o benefício os contribuintes ao se aposentar, aqueles com idade igual ou maior de 70 anos, em casos de invalidez (do contribuinte ou seu dependente); no caso de militares quando ocorre a transferência para reserva remunerada ou reforma; idosos e/ou portadores de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada; portadores de doenças graves como vírus HIV, em casos de morte – sendo que o valor é repassado aos dependentes.
Com a discussão entre a equipe econômica com Michel Temer , as mudanças podem ser as seguintes: os idosos acima de 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) poderão sacar os valores a partir do mês de outubro, segundo fontes próximas ao governo.

Atualmente, os trabalhadores têm direito ao abono salarial e rendimentos do PIS/Pasep desde que cadastrados como participantes dos fundos até 4 de outubro de 1988 e não tenham sacado o saldo. A Caixa Econômica Federal , responsável pelo PIS, e o Banco do Brasil , administrador do Pasep, fazem esse pagamento de acordo com um calendário anual.

Outros beneficiados

Desde a semana passada, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil começaram a creditar na conta de milhares de beneficiários brasileiros os valores referentes ao abono salarial – exercício 2017 e 2018 – aos trabalhadores na iniciativa privada. Os primeiros com acesso ao valor são os trabalhadores nascidos em agosto.
O acesso ao benefício do PIS/Pasep teve as regas alteradas recentemente. A partir deste ano o valor do abono foi associado ao número de meses em que o trabalhador exerceu atividade remunerada. Logo, quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2016 completo.
*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Economia - iG

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De acordo com o Instituto Febrabar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC), 97% dos consumidores consideram os preços dos medicamentos na hora da compra.

E a cautela é explicável, somente neste ano, os medicamentos ficaram 4,7% mais caros. E abrir mão de seu uso não é uma boa escolha, afinal de contas, muitos deles devem ser usados continuamente para garantir o controle da pressão, diabetes e muitos mais. Por isso, a Proteste , Associação de defesa do consumidor , listou cinco dicas para garantir a economia na compra de remédios:


1. Pesquise preços

Ir a diferentes farmácias é uma boa escolha, no final das contas uma drogaria pode cobrir o preço da concorrência. Após a decisão, a Associação aconselha que o consumidor faça um cadastro de fidelidade, pois a prática pode resultar em descontos futuros. Consultar comparadores de preços online também é uma boa saída.


2. Dê preferência aos genéricos

No momento em que o médico estiver elaborando a prescrição, peça para que o profissional coloque o princípio ativo, e não o nome comercial, assim se torna possível a compra de um genérico, que também tem preços variados de acordo com o laboratório.


3. Cadastre-se no programa Farmácia Popular

A rede oferece medicamentos gratuitos às pessoas que têm hipertensão, diabetes ou asma, além de outros remédios com preços até 90% mais baixos. É necessário apenas ir a uma farmácia credenciada, apresentar a receita – que não precisa ser de um médico do Sistema Único de Saúde (SUS) – e a identidade para conseguir pegar medicamentos com desconto.


4. Utilize programas de fidelidade

Faça o cadastramento nos programas dos laboratórios aceitos em muitas farmácias. A medida pode gerar uma economia de até 70%. O que também pode proporcionar um belo desconto é se o seu sindicato ou associação de classe profissional tem parceria com alguma rede, assim como alguns planos de saúde.


5. Remédios gratuitos pelo SUS

Com a receita e o documento de identidade em mãos é possível ir até uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e retirar gratuitamente alguns medicamentos disponibilizados pelo Ministério Público. Em caso de fármacos específicos para doenças crônicas e raras, o ideal é se cadastrar no Programa de Medicamentos Excepcionais para adquiri-los gratuitamente.

 

Fonte: Economia - iG @ 

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De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo cresceram cerca de 1% entre os meses de abril e março. Bom, com o consumidor mais disposto a ir às compras, o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira, Reinaldo Domingos, elaborou 10 dicas para pedir descontos.

O especialista avalia que ao pechinchar e negociar descontos não é para sentir vergonha, uma vez que não há nada de errado com a prática, ela apenas ajuda o consumidor a valorizar mais o seu dinheiro.


1 – Diga o quanto quer pagar

Antes de fechar o serviço ou a compra, esclareça ao negociante que está disposto a pagar apenas um determinado valor – que é menor do que o oferecido. Domingos relembra que o vendedor quer fechar negócio , e que com isso fará um esforço para conseguir o desconto que precisa, ou pelo menos a parte dele.


2 – Negocie independente da forma de pagamento

Primeiramente, pergunte o valor parcelado sem juros. Em seguida, questione o quão mais barato sairia se o pagamento ocorresse à vista. Depois, veja se consegue parcelar o valor final (desde que caiba em seu orçamento). Desta forma, terá todas as informações reunidas e as melhores condições de arcar com a nova dívida.


3 – Pague em dinheiro

Domingos ressalta que com o dinheiro em mãos, o consumidor tem muito mais poder durante a negociação, uma vez que os lojistas são taxados por utilizar as máquinas de cartões. Neste acordo, o desconto deve ser referente a essa taxa.
Leia também: Vendas no varejo voltam a crescer, com avanço de 1% no mês de abril, diz IBGE


4 – Seja educado e cordial

Pode ser estranho aconselhar uma postura assim, mas muitos consumidores são mal educados com os comerciantes que os atendem. Além de ser o certo, tratar uma pessoa educadamente – com um bom relacionamento estabelecido, será muito mais fácil a concessão de descontos por parte do vendedor.


5 – Vá às compras com alegria

Bom humor e descontração podem render um maior jogo de cintura ao consumidor na hora de pedir descontos, assim também é mais fácil ganhar a empatia do vendedor.


6 – Não tenha vergonha

Não se sinta pressionado a comprar o produto ou o serviço ao ter seu pedido de desconto negado. Nessas ocasiões, agradeça educadamente ao lojista e procure outro estabelecimento, sem maiores problemas.


7 – Tenha tempo

Não poupe tempo na hora de ir às compras, a prática deve conter conversas com os vendedores e a disposição em ir para duas ou três lojas, para que o produto desejado seja pesquisado. “É melhor gastar sola de sapato do que o dinheiro que você trabalhou muito para conquistar”, alerta Domingos.


8 – Saiba a hora certa de comprar

Caso queira ir às lojas de departamento ou restaurantes com preços tabelados, lugares mais difíceis de negociar os preços, prefira ir durante os períodos de queima de estoque e promoções.


9 – Pesquise online

O especialista lembra que, geralmente, os preços online são mais baixos do que nas lojas físicas. Mesmo diante desta realidade não deixa de negociar pessoalmente com o lojista e não se esqueça de levar para ele os preços exibidos na pesquisa online.


10 – Valorize pequenos descontos

Saiba que pequenos descontos podem ser muito relevantes, se você deixou de pagar R$ 100 em um produto para pagar R$ 90, considere uma economia de 10%. Se algo custava R$ 15 e você pagou R$ 10, lembre-se de que houve uma redução de um terço do valor. Valorize essas conquistas.

 


Fonte: Economia - iG

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Quinze minutos diários de atividade física reduzem o risco de morte em 14% e aumentam a expectativa de vida em três anos, segundo um estudo realizado em Taiwan.

A pesquisa, publicada nesta segunda-feira (15) na internet pela revista "The Lancet", contou com mais de 400 mil participantes que foram acompanhados durante uma média de oito anos, entre 1996 e 2008.

Sua finalidade era averiguar se a duração dos exercícios menor que os 150 minutos semanais recomendados ainda poderia ser benéfica para a saúde.

Se os indivíduos sedentários praticassem um pouco de atividade física diariamente "diminuiria uma de cada seis mortes", foi a conclusão de seus autores, liderados pelos médicos Chi-Pang Wen, do Instituto Nacional de Pesquisa da Saúde de Taiwan, e Jackson Pui Man Wai, da Universidade Nacional do Esporte de Taiwan.

Os pesquisadores dividiram os participantes em cinco categorias segundo ao nível de exercícios praticados: inativos ou de atividade baixa, média, alta ou muito alta. Comparados com os inativos, os pertencentes ao grupo de baixa atividade, que se exercitavam uma média de 92 minutos por semana - 15 minutos diários - apresentaram um risco de mortalidade por qualquer causa 14% menor, um risco de mortalidade por câncer 10% menor e em média uma expectativa de vida de três anos mais, segundo o estudo.

E a cada 15 minutos diários adicionais de exercício o risco de morte foi reduzido em 4% e o de morrer de um câncer em 1%, independentemente da idade, do sexo ou de quem tivesse problemas cardiovasculares.

"Saber que apenas 15 minutos diários de exercício pode reduzir substancialmente o risco de um indivíduo de morrer pode motivar mais pessoas a praticar uma pequena quantidade de atividade física em suas vidas", assinalaram em um comentário adjunto os médicos canadenses Anil Nigam e Martin Juneau, do Instituto do Coração de Montreal e da Universidade de Montreal.

 

Fonte: IG Saúde

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