Notícias interessantes para aposentados e pensionistas do INSS

O governo divulgou, no último dia 28, o calendário antecipado de saques do PIS/Pasep para os idosos. A liberação dos recursos para cotistas idosos foi determinada pela Medida Provisória 797/2017. Ao contário do que muitos pensam, no entanto, os herdeiros de cotistas falecidos do fundo podem sacar o benefício em qualquer data, sem necessidade de seguir o calendário para idosos.

Para verificar o saldo disponível para saque do PIS/Pasep , é possível fazer uma consulta pela internet. É necessário ter senha, número do CPF ou Número de Identificação Social (NIS) e data de nascimento para conferir o saldo do PIS. No caso do Pasep, o beneficiário legal pode usar o número do CPF e a data de nascimento do cotista ou inscrição Pasep.


PIS

Quando houver a intenção de liberar o Programa de Integração Social (PIS) de pessoas falecidas, é preciso comparecer a uma agência da Caixa Econômica Federal. Deverão ser apresentados o documento de identificação, o comprovante de inscrição PIS (caso os dados apresentados não permitam a identificação da conta PIS/Pasep) e documentos que comprove a relação de vínculo com o titular, como certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte expedida pelo INSS, atestado fornecido pela entidade empregadora (no caso de servidor público), alvará judicial designando o sucessor/representante legal, formal de partilha/escritura pública de inventário e partilha.


Pasep

Os herdeiros que desejam efetuar o levantamento dos recursos do Pasep devem comparecer a uma agência do Banco do Brasil (BB) e solicitar o saque. Para isso é preciso apresentar certidão de óbito e certidão ou declaração de dependentes (beneficiários) habilitados à pensão por morte emitida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na qual conste o nome completo do dependente, data de nascimento e grau de parentesco ou relação de dependência com o participante falecido.
Também podem ser apresentadas pelo herdeiro a certidão de óbito e a certidão ou declaração de dependentes habilitados à pensão por morte emitida pela entidade empregadora, para os casos de servidores públicos. Nestas situações é necessário constar o nome completo do dependente, data de nascimento e grau de parentesco ou relação de dependência com o participante falecido.
Entregar o alvará judicial designando os beneficiários do saque também é uma opção. Caso o alvará não faça menção ao falecimento do participante deve ser apresentado a certidão de óbito ou ainda escritura pública de inventário, podendo ser apresentado formal de partilha dos autos de processo judicial de inventário/ arrolamento ou escritura pública de partilha extrajudicial lavrada pelo tabelião do cartório de notas.


Idosos

Conforme a decisão que definiu o calendário de pagamentos do PIS/Pasep para idosos, a primeira etapa de liberação dos recursos atenderá pessoas com idade igual ou acima de 70 anos, a partir do próximo dia 19. Na segunda etapa, a partir de 17 de novembro, serão atendidos os aposentados, militares reformados ou da reserva. Por último, a partir de 14 de dezembro, serão atendidos mulheres a partir de 62 anos e homens a partir de 65 anos.

*Com informações da Agência Brasil

Fonte: Economia - iG

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O Outubro Rosa começou na década de 1990, nos Estados Unidos, onde os estados faziam ações isoladas referentes ao assunto. Com a posterior aprovação do Congresso Americano, o mês de outubro se tornou o mês nacional de prevenção contra o câncer de mama no país.

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil. Depois do câncer de pele não melanoma, responde por cerca de 25% dos casos novos a cada ano. Para estimular a detecção precoce da doença e conscientizar a população, começa, neste mês, a campanha Outubro Rosa.

A mensagem reforça o debate para que a população participe ainda mais das atividades promovidas em todo o País. Além de enfatizar a importância de a mulher conhecer suas mamas e ficar atenta às alterações suspeitas. As ações de conscientização visam disseminar o maior volume possível de informações sobre acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, contribuindo para a redução da mortalidade.

O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados 57.960 casos novos de câncer de mama este ano no Brasil. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são fatores ambientais e comportamentais, Fatores da história reprodutiva e hormonal e Fatores genéticos e hereditários.

Em grande parte dos casos, o câncer de mama quando detectado em fases iniciais há mais chances de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

 

Mamografia

Para mulheres entre 50 e 69 anos, a indicação do Ministério da Saúde é que a mamografia de rastreamento seja realizada a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

O Sistema Único de Saúde (SUS) garante a oferta gratuita de exame de mamografia para as mulheres brasileiras em todas as faixas etárias. A recomendação, por parte dos médicos, é que a avaliação seja feita antes dos 35 anos somente em casos específicos.

 

Sintomas

Durante o autoexame, é possível verificar se há indício de alguns dos sintomas, como presença de caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor; pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); e pequenos nódulos localizados embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço.

 

Outubro Rosa

O movimento popular Outubro Rosa é internacional, começou na década de 1990 para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. Anualmente, várias atividades são realizadas com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

 

Fonte: Portal Brasil

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Com a queda na taxa básica de juros nos últimos meses, o governo decidiu reduzir novamente o teto dos juros nos empréstimos consignados. A medida estimula a concessão de empréstimos de uma das modalidades de crédito para pessoa física com taxas mais baixas do mercado, informou o Ministério do Planejamento.

O Conselho Nacional de Previdência (CNP) aprovou a redução do teto da taxa de juros nas operações para aposentados e pensionistas. O teto do empréstimo consignado, que hoje é de 28,9%, caiu para 28,0% ao ano, representando uma redução de quase 1 ponto percentual. Ao mês, o percentual do consignado cai de 2,14% para 2,08%.

Segundo o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, quem tiver empréstimo consignado vai economizar até R$ 5 bilhões no pagamento de juros.

Sem dúvidas, o empréstimo consignado que já era uma das formas de crédito mais vantajosas do mercado, com esta redução nos juros vai garantir para você e sua família economia e um ótimo negócio para a realização dos seus sonhos.

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Para fortalecer os ossos é sabido que a combinação de exercícios físicos regulares e a ingestão de alimentos ricos em cálcio é algo essencial. Mas não só isso. Sabia que o tempo que você dorme por noite também pode influenciar isso? Segundo um estudo realizado por cientistas da Endocrine Society, nos Estados Unidos, dormir menos do que oito horas diárias evita que o esqueleto se renove, o que pode desencadear a osteoporose.

 

Como dormir pouco pode enfraquecer os ossos

Para chegar a esse resultado, os estudiosos recrutaram dez homens que tiveram que mudar suas rotinas drasticamente. Durante três semanas, os voluntários só puderam dormir, por no máximo, seis horas por noite. Com isso, os relógios biológicos deles ficaram parecidos com os de pessoas que trabalham por turnos ou vivem viajando por países com diferentes fusos horários.

Comparativos de exames de sangue realizados antes e depois desse experimento mostraram que, após essas semanas, houve uma redução nos níveis de P1NP, um importante indicador da reciclagem dos ossos. Isso que dizer que o esqueleto continuou a envelhecer e a ser absorvido normalmente, no entanto o ritmo de sua reposição caiu drasticamente.

Uma surpresa que o estudo mostrou é que os jovens, entre 20 e 27 anos, foram os que tiveram a maior queda na taxa desse indicador: 27%. Para se ter uma idéia, os voluntários a partir dos 50 anos tiveram um declínio de 18%.

Por ter sido realizado com poucos voluntários e apenas homens, os cientistas autores do estudo divulgaram que novas pesquisas serão realizadas para comprovar essa teoria. Os novos trabalham irão incluir mais voluntários, incluindo mulheres.

De qualquer forma, já sabemos que dormir, pelo menos, oito horas diárias, pode ter diversos benefícios para a saúde e o bem-estar, como:

Durante o sono, o organismo produz um hormônio que controla a sensação de saciedade, o que ajuda a evitar a obesidade.

  • Uma boa noite de sono controla os níveis de pressão arterial.
  • Após dormir bem, o cérebro consegue absorver melhor as informações que recebe durante o dia, o que fortalece a memória.
  • Evita bolsas nos olhos e olheiras.
  • Facilita a oxigenação das células.
  • Poucas horas diárias de sono aumentam os riscos de contrair infecções.
  • Dormir o suficiente controla os níveis de glicose, que pode desencadear a diabetes do tipo 2.
  • Melhora a qualidade de vida e evita o estresse e a depressão.
  • Produz o hormônio GH, responsável pelo crescimento.
  • Melhora o desempenho no trabalho.

 

Por tudo isso, não abra mão de uma boa noite de sono!

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Quem nunca sonhou em ter um cachorrinho na infância? Crescer cercado de animais de estimação é algo inclusive indicado por psicólogos, por colaborar para o desenvolvimento da criança, estimulando pontos importantes nesta fase, como senso de responsabilidade e auto-estima. O que uma pesquisa recente revelou é que ter um cachorro faz bem também para a saúde, inclusive de adultos.

 

Por que conviver com animais de estimação faz bem à saúde?

Os cachorros possuem um hormônio chamado ocitocina, responsável por agir no convívio social, gerando relaxamento e confiança, além de colaborar para o alívio do stress. “Apenas pelo contato visual ou por brincar ou abraçar um cachorro, os níveis de ocitocina nos humanos aumentam, assim como nos animais. É por isso que eles são ótimos em qualquer tipo de situação estressante”, explica o professor associado da Universidade de Duke, Brian Hare.

Por todos esses benefícios, a convivência com o animal em ambientes em que há um nível de stress maior, como tribunais, hospitais e salas de aula, tem sido algo cada vez mais comum nos Estados Unidos. “Seu único trabalho é ajudar pessoas e fazer com que elas se sintam melhor. Muitas pessoas respondem positivamente à presença de cachorros”, diz o professor.

Uma pesquisa realizada na década de 80 já havia sinalizado os benefícios que a convivência com o animal faz bem para a saúde, inclusive de pessoas cardíacas. Na época, o estudo revelou que vítimas de ataque cardíaco que tinham cachorros sobreviveram para além da marca de um ano do que aqueles que não tinham um cão.

Já em 2013, a Associação Americana do Coração publicou um artigo em que afirmava que “ser dono de um animal de estimação, em especial cães, está provavelmente associado a uma redução no risco de doenças cardíacas”. A justificativa para essa conclusão é o fato de que quem possui um cachorro está mais propenso a praticar atividades físicas, nem que seja uma caminhada com o animal. No entanto, o professor responsável pelo artigo, Glenn Levine, do Baylor College of Medicine, ponderou na época: “Pode ser que as pessoas saudáveis sejam as que têm animais de estimação, não que ter um animal realmente provoca uma redução do risco cardiovascular. O que está ainda menos claro é se o ato de adotar ou adquirir um pet pode levar a uma redução no risco cardiovascular em pacientes com a doença pré-existente”.

Ainda assim, é inegável que ter um cachorro traz melhorias para o bem-estar da pessoa e, apenas isso, já é motivo mais do que suficiente para ter um companheiro desses em casa. Além disso, há estudos que apontam que a convivência com o animal desde a infância pode evitar que a pessoa desenvolva alergias e asma, por forçar o contato com microorganismos do animal enquanto o sistema imunológico está se desenvolvendo.

 

Fonte: Vivo + Saúde

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